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Mostrando postagens com o rótulo TDAH SONHO

TDAH POBRE COITADO

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O "torpor" do TDAH: quando o peso do mundo nos faz sonhar com saídas impossíveis.  Nota do Autor 2026                                                                                              Este post de 2017 toca em um ponto sensível: a regulação emocional. Análises científicas recentes confirmam que a disforia sensível à rejeição e a baixa tolerância à frustração alimentam esses ciclos de "paralisia" descritos no texto. O Padrão Mental da Vítima Ba sta uma situação um pouco mais complicada, basta um pouco mais de pressão e o padrão mental se repete: — E se eu, no auge dessa pressão a que estou submetido, tivesse um infarto ou um AVC? Seria perfeito, todos os problemas cessariam... Quem de nós jamais se fez de vítima , que atire a primeira pedra...

TDAH: ONDE ESTÃO MEUS SONHOS? ONDE SE ESCONDE QUEM VOCÊ QUERIA SER?

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Nota de Atualização 2026: Geralmente  é difícil levar os sonhos de adolescente para a vida adulta. Se esse sonho é permeado pelo TDAH, tudo se complica. Uma trajetória de dispersão e descontrole.  Compreendendo o Pesadelo Quem se esconde sob as diversas camadas de TDAH?    Ainda resta algo do adolescente sonhador? Ou foi sepultado pela vida e pelo transtorno? Onde mora o idealista que sonhava em fazer teatro popular?    Quando criança, uns quatro ou cinco anos, eu tinha um sonho recorrente : estava deitado em um buraco e rolos de cobertor vinham me cobrindo a partir dos pés, paulatinamente, até me cobrirem a cabeça e eu acordar assustado. Precisei tomar remédio para dormir - um tal de  Mogadon , se não me falha a memória - e interromper esses pesadelos. Se eu pudesse prever o futuro não tomaria esse remédio. Eu tinha sonhos premonitórios. Ou extremamente alegóricos com o futuro. Se trocarmos os cobertores pelas besteiras da vida,...

O PODER REVOLUCIONÁRIO DE SONHAR: O TDAH E A GAVETA DOS SONHOS

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                                                                              O Nascimento de um Sonho Sonho e sonho muito. Sonho sempre. Como agora, sonho com esse post que nasce, que daqui a pouco criará seus próprios caminhos; será admirado, ignorado ou desprezado por quem o ler. Mas a partir do momento em que ele for concluído não será mais sonho. E aí sonho de novo. E de novo. E de novo, de novo. Claro, dirão os desagradáveis de plantão: sonhos não concretizados não são nada. E daí? Sonhos são como filhos: mesmo que não sejam um sucesso na vida, os amamos do mesmo jeito. Assim são os sonhos. Os realistas que me perdoem, mas são todos uns chatos. Sonhar é viver! Sonhar é desgarrar-se do lodo da vida e navegar em nuvens de prazer e satisfação. E pouco importa se eles um dia virarão...

O TDAH E A FASCINANTE VIAGEM DE UMA VIDA DIVERGENTE

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                                                                                     Nota de Atualização 2026: A pressão pela "estandardização" da vida — via algoritmos e performance corporativa — tenta nos transformar em commodities. Republico este texto para reforçar que o TDAH não deve buscar a média, mas sim a sua própria faceta nesse caleidoscópio. Ser a "curva do vento" em um mundo de concreto não é um defeito, é a nossa maior vantagem competitiva.   A Sombra e o Caleidoscópio Viver, essa é a grande missão de nossas vidas. Viver bem, esse o nosso grande sonho de vida. Mas viver é muito mais do que isso. Viver é sonho e realidade, luz e sombra, amor e ódio, vida e morte. Onde entramos nisso? Entramos no sonho, na sombra, no amor e na morte. Sonhamos acordados...

AS LOUCAS IDEIAS DE UM TDAH!

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Nota de Atualização (2026):  Reviso este texto de 2011 e sorrio. Quinze anos depois, a fila de ideias na minha porta continua grande. Algumas eu deixo entrar, outras ainda se perdem, mas continuo agradecendo por ter uma mente que, mesmo sem freios, nunca está fechada para o novo. A Odisseia de uma Ideia Brilhante Essa noite eu tive um sonho. Um sonho real e, como todos os sonhos, abstrato. Sonhei que eu era uma ideia, uma grande ideia. Eu buscava incessantemente uma cabeça para entrar. Como era difícil! Eu, uma ideia brilhante, fascinante, não encontrar uma única mente aberta a mim. Vagava de cabeça em cabeça, de alma em alma, ninguém me queria. Pior, ninguém me notava. Por vezes achei ter encontrado a mente ideal. Mas, foram apenas lampejos.   Não fui reconhecida. Não desisti, continuei vagando na aridez das mentes. Ninguém imagina como pode ser desértico o clima de certas cabeças. Cabeças concretas, sólidas, impermeáveis a qualquer novidade. Outras não, a ment...