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O TDAH E A PAZ DO DIAGNÓSTICO: DA CULPA PARA A LIBERTAÇÃO

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Nota de Atualização 2026: Anos depois, confirmo: o diagnóstico foi o maior presente que já me dei. Ele não me curou de ser quem sou, mas me curou de odiar quem eu era. Tratar-se é, de fato, o ato mais corajoso de reescrever a própria história.  A Diferença Entre Ser e Estar O comentário de Walter Nascimento acendeu em mim a vontade de voltar a escrever sobre o tema do diagnóstico do TDAH. Em seu comentário Walter diz o seguinte: a descoberta e a certeza do diagnóstico do TDAH não mudaram quem sou, mas me trouxeram uma paz interior e uma compreensão maior de 'quem eu sou'. Belíssimo comentário! E sempre oportuno, o momento da confirmação do diagnóstico é sempre muito doído, a pessoa se sente perdida... Por mais que ela desconfie, que tenha certeza, saber-se portador de uma doença mental nem sempre é fácil de conviver. Eu, particularmente, amei. Eu me sentia um débil mental, um cretino, um idiota. Um cara auto destrutivo, incapaz de dar um mínimo de sentido à própria vida. O...