O NAVIO FANTASMA DO TDAH: NEGLIGÊNCIA, ERRO E A MISSÃO DE SER FAROL.
( Nota de atualização 2026: Nesta metáfora marítima, descrevo o ciclo da autoconfiança perigosa que leva ao desastre. Um relato sobre como pequenos descuidos — o motor que silencia, a rota que se perde — atraem "navios fantasmas" que podem destruir uma vida, e como a dor desse erro pode nos transformar em guias para outros.) Em uma noite sem lua, sob intenso nevoeiro, navegava a pequeníssima nau do comandante portador de TDAH. Se o mar não estava calmo tampouco estava revolto. Exigia atenção e cuidado mas não medo. Então o portador segue sua rota, afasta-se da costa, venceu um dia nublado com perícia; ao fim da tarde uma chuva encorpada com raios e muitas nuvens negras ocultaram definitivamente a lua que havia surgido tímida no céu. Naquela hora, já em meio à madrugada o oceano se alisava, dois terços da viagem já tinham sido cobertos, uma relaxada já parecia possível. Mas, antes do relaxamento fazia-se necessária uma conferência geral: motores, equipamentos, meteorologia...