EU AMO UM(A) TDAH : AMAR SEM PERDER O AMOR PRÓPRIO.
Se abraçam, mas não se encontram. Nem todo desencontro é visível — às vezes, ele vive nas sombras. ( Nota de atualização 2025: Este post aborda o lado de quem ama um TDAH. Um guia sobre a importância do tratamento, o respeito ao amor-próprio do parceiro e a diferença entre os sintomas do transtorno e o comportamento oportunista.) "Ele é tão distante." "Ela é fria." "Ele não me escuta." "Do nada, ela explode." "O que posso fazer pra ajudar meu(minha) namorado(a) TDAH?" Esses são comentários e e-mails que recebo com frequência; essa semana foram três, e ainda estamos na quarta-feira. Já falei sobre isso e, em geral, não alivio pro nosso lado. Quando a pessoa chega a me escrever é porque o outro já tem o diagnóstico...